São os próprios policias a cometer os crimes - É a policia que temos - 11 Março 2010

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São os próprios policias a cometer os crimes - É a policia que temos - 11 Março 2010

Mensagempor Jose » 11/Mar/2010, 09:33

Já o disse há uns dias atrás e volto a dizer. Mas desta vez vou dizê-lo de outra forma, talvez seja melhor abandonar a democracia e adoptar a anarquia.

No outro dia recebi uma inspecção da policia de segurança pública, numa unidade hoteleira que tenho.

Foi tudo uma grande palhaçada, mas ainda não sei se vou agir judicialmente, acerca do sucedido.

Nesse dia tinha o estabelecimento com um só cliente e um funcionário, mais o gerente. Aparece uma carrinha daquelas de 9 lugares, cheia de policias.
Dois deles entraram pelo estabelecimento, dois ficaram na parte de dentro do estabelecimento junto à porta e dois na parte de fora também junto à porta.

"Bom excelente imagem que estes senhores deram nesta inspecção".

Aliás nem sei se este tipo de acções é ou não legal, mas vou saber.

Depois de muitas solicitações de documentos, alvarás, avisos legais e outras coisas, um deles perguntou se o tabaco era legal. O nosso gerente disse-lhe para entrar e inspeccionar o mesmo.

Agora vendo esta noticia, leva-me a pensar o seguinte:

Será que o policia estava pensar em fiscalizar o nosso tabaco ou estaria a pensar em colocar algum tabaco do seu camarada de profissão? ;)
" Um agente da PSP do Porto e um mediático adepto do Benfica (conhecido por "Diabo de Gaia") estão entre os seis detidos pela GNR numa megaoperação contra o contrabando de tabaco, no Norte. Rede terá lesado o Estado em quase dois milhões de euros.

A denúncia de um distribuidor oficial de tabaco que detectou vários maços contrafeitos e de "má qualidade" em máquinas de venda ao público desencadeou, em finais de 2008, a investigação do Destacamento de Acção Fiscal do Porto da GNR. O fenómeno ganhou dimensão e a própria marca Marlboro, principal lesada, formalizou queixa, constituindo-se assistente no processo.

O circuito consistia no transporte de grandes quantidades de cigarros, produzidos na China, mas provenientes, por via terrestre, de Espanha, Andorra e outros países europeus, que abasteciam a Região Norte, principalmente a zona do Grande Porto. A mercadoria, alguma contrafeita e sem cumprir normas de qualidade (o que poderá provocar riscos acrescidos para a saúde), ia parar a cafés, confeitarias e outros estabelecimentos de restauração.

A rede em causa - foram detidos seis indivíduos - é suspeita de ter introduzido no mercado negro, no último ano, um total de 15 milhões de cigarros (750 mil maços), cuja fuga aos impostos foi calculada em 1,9 milhões de euros.

Um elemento da PSP, da Divisão de Trânsito do Porto, e Carlos Santos, adepto do Benfica que ficou conhecido por ter agredido um árbitro-assistente num jogo com o F.C. Porto, foram detidos. Empresário do sector do tabaco em sociedade com familiares, e conhecido como "Diabo de Gaia", estava sob suspeita há alguns meses, após ter sido identificado como destinatário de um carregamento. É apontado como um dos cabecilhas do esquema, assim como um indivíduo de Chaves. A GNR apurou que arranjou colaboradores para escoar a mercadoria. O JN soube que um deles é o responsável por um estabelecimento de restauração situado na Rua de Santa Catarina, no Porto.

Anteontem, Carlos Santos e o agente da PSP foram dois dos alvos da operação "Fumo Vermelho", que envolveu 35 buscas a casas, armazéns, cafés e confeitarias, em Gaia, Gondomar, Chaves, Porto, Famalicão, Póvoa de Varzim, Braga, Vila Real e Bragança. Ao "Diabo de Gaia" não terá sido encontrada mercadoria ilícita, mas foi confiscada documentação contabilística e material informático.

A intervenção da GNR saldou-se na apreensão de 30 mil maços (600 mil cigarros), maioritariamente da marca Marlboro, mas também da JPS Red e Black, Camel e Silverado. Foram também confiscadas 13 viaturas, algumas de gama alta, documentação, 40 telemóveis, artigos informáticos, quatro armas, mais de sete mil euros e milhares de litros de produto carburantes e de bebidas.

Os seis detidos, com idades entre os 30 e 55 anos, residentes em Gaia, Chaves e Porto, foram presentes, ontem, ao Tribunal Central de Investigação Criminal, em Lisboa.Dois ficarão em prisão domiciliária e os outros quatro libertados com apresentações às autoridades e proibição de contactos entre eles.
Fonte: JN
"


Abraço,

:)
José
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